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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Duplicação e passarelas são promessas do Governo

O site da Agência de Notícias do Paraná prometeu, no dia 24 de maio de 2005, a duplicação do trecho Maringá-Paiçandu, com muro central e passarelas. O texto que está na Internet (e copiado aqui também, em imagem), diz o seguinte: “... começam em agosto as obras de duplicação, construção de viadutos, implantação de muro divisório de pistas e passarelas na PR-323, no trecho entre Maringá e Paiçandu. Trata-se de uma das mais antigas reivindicações da região e de usuários da rodovia, por onde passam diariamente cerca de 15 mil veículos”.
No dia 10 de setembro de 2007, portanto há mais de dois anos, o governador Requião esteve aqui para inaugurar a obra. Dos 8 quilômetros apenas 4 foram duplicados, no trecho que passa pela cidade de Paiçandu. Sem passarelas e sem cronograma para a finalização da duplicação até Maringá.
Da forma como está a “duplicação pela metade” e sem passarelas, causou mais desconforto para quem precisa atravessar a rodovia. São duas as alternativas: caminhar mais de dois quilômetros para passar em um túnel ou passar pelas pistas e pular a mureta. Resultado: acidentes, atropelamentos, mortes, feridos.
O governo do Paraná deve esta obra à região, a Maringá, Paiçandu, Doutor Camargo, Cianorte, Umuarama e tantas outras cidades. Especialmente à população de Paiçandu.
Precisamos reivindicar muito, com urgência, passarelas e o término da duplicação do trecho da rodovia Maringá-Paiçandu. Toda a ajuda é bem-vinda para a conclusão desta obra tão importante para a nossa região.

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Maringá-Paiçandu: rodovia precisa ser duplicada*

Leio que o governo do Paraná está prometendo passarelas para a parte duplicada da ligação Maringá-Paiçandu. Particularmente não entendo como foi possível fazer uma obra daquele porte, cortando a cidade, sem prever as passarelas. O resultado é previsível: todos os dias, centenas de pessoas arriscam a vida atravessando as pistas e a mureta central.
Na prática, mais do que passarelas, o que a região precisa mesmo é da duplicação completa do trecho, desde Maringá. Não consigo compreender os motivos que levaram a fazer uma obra pela metade, que não resolveu o problema do tráfego em um dos trechos mais estratégicos e movimentados da nossa região.
Passam por ali, todos os dias, milhares e milhares de veículos no seu caminho para Maringá e outras regiões do Paraná ou passando por Maringá para Cianorte, Umuarama, Guaíra e dezenas de outros destinos. A duplicação é uma das principais prioridades rodoviárias do Paraná.

*Edmar Arruda