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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Governos negligenciam segurança e educação, no Brasil

Osvaldo Machado escreveu no seu blog sobre o filme "Tropa de Elite 2". Fiz um comentário, onde afirmei que estes filmes mostram os erros que os governos da União e dos estados têm cometido, anos a fio, nas áreas da segurança e da educação.
Osvaldo postou o comentário, que transcrevo aqui, compartilhando essa opinião e preocupação com todos:
Tropa de Elite é um alerta para os erros que o país está cometendo na condução das políticas e projetos de segurança.
Os governos estaduais, de forma geral, têm negligenciado a segurança e a educação, priorizando grandes obras e projetos que proporcionam maior memorização e votos.
O preço é altissimo: a população está cada vez mais a mercê do crime organizado e até mesmo de pequenos delinquentes, sem chance de defesa.
O Governo Federal, assim como o Congresso Nacional e as assembleias legislativas não colocam o assunto na pauta de discussões.
A Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas do Rio, em 2016, terão o mérito de reacender a questão, de fora para a dentro, pois de vergonhosamente a questão da segurança no Brasil será questionada pela comunidade internacional, pelos países que mandarão para o Brasil seus atletas e torcedores.
A segurança precisa passar por uma revolução no Brasil, com forte atuação e investimento da União, ao lado da mesma atitude dos estados.
* Edmar Arruda

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Educação, nossa grande prioridade e desafio

Publicamos agora,no site, um artigo do sociólogo Alberto Carlos Almeida, sobre educação.
O artigo é excelente e avisa: educação no Brasil não dá voto!
Não imnporta. Precisamos realmente colocar a educação na pauta nacional e fazer uma revolução no setor.
Os exemplos estão por aíu, mundo afora. Onde a educação virou prioridade as coisas aconteceram, os países se desenvolveram, a economia cresceu.
Perdemos muito tempo, nas últimas décadas. O que foi feito é insuficiente. Agora o imporante é continuar falando sobre o assunto, impedindo que caia no esquecimento e fique fora das grandes pautas nacionais.
Leia mais no site (...)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Formatura em Goioerê: jovens professores

Participarei hoje à noite da formatura do Pedagagocia da Faculdade Dom Bosco de Goioerê, a convite dos formandos.
Por falar em educação, precisamos valorizar os professores, os jovens, que estão começando agora, e aqueles que estão na profissão, que dedicam e dedicaram as suas vidas a formar crianças e jovens.
Eles precisam de melhores salários e melhores condições de trabalho. Um plano de prioridade da educação para o Brasil passa primeiro por estas medidas. Durante anos os professores tem sido heróis de uma difícil resistência, com baixos salários e pouco incentivo, em todos os sentidos.
No mundo temos muitos exemplos de países que de fato priorizaram a educação obtiveram resultados rápidos, com reflexos na sua economia e na qualidade de vida da população.
A frase "a educação é tudo" é verdadeira. Sem avançarmos nesta área não seremos a potência que todos esperamos e sonhamos. Temos todos as condições de chegar lá, mas precisamos dar os primeiros passos e manter a qualidade da educação, nas próximas décadas.

Educação: Brasil fica em 88° lugar, entre 128 países

Osvaldo Machado publicou no seu blog um comentário sobre a situação da educação no Brasil. Estamos muito mal, longe do mínimo que o Brasil precisa para vencer os seus desafios do futuro.
Vale a pena ler - acesse aqui (...)

sábado, 17 de outubro de 2009

Professores, futuro do Brasil

Não é possível pensar no futuro sem pensar nos professores. Muito tem se falado sobre a importância da educação, mas muito pouco tem sido realmente feito.
Há avanços, entretanto, que merecem o nosso apoio.
O senador Cristóvão Buarque apresentou projeto de lei que permite a professores concursados da rede pública ingressarem em cursos superiores da área educacional sem necessidade de vestibular. Um grande incentivo à qualificação dos nossos professores.
Já o senador paranaense Osmar Dias apresentou projeto que retira os valores dos salários pagos aos peofessores do cálculo que limita os gastos salariais da União, Estados e Municípios a 45%, 50% e 54% das receitas líquidas. Na prática, Osmar pretende que os recursos do Fundeb não sejam computados entre as receitas líquidas, permitindo melhorias salariais em muito casos impedidas pelo limite de gastos com as folhas de pagamento.
Estes três projetos foram aprovados pela Comissão de Educação do Senado.
Qualificação para os professores e melhores salários. Duas medidas que merecem o nosso apoio.