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sábado, 19 de dezembro de 2009

Artigo no "O Diário"

Meu artigo sobre o excesso de impostos no Brasil, sobre a omissão do Congresso Nacional em relação a temas realmente importantes para o país e nós, brasileiros, e a impunidade histórica garantida por leis, foi publicado hoje, na página 2 do "O Diário".
Quem quiser pode ler no meu site (no O Diário On Line os assinantes do jornal podem acessar também).

Leia aqui.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O trilhão de impostos, o estado insaciável e a impunidade

Nesta semana os impostos no Brasil ultrapassaram a marca de um R$ 1 trilhão, no Brasil. A conta está sendo feita pelo "impostômetro", um placar feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, com apoio da Associação Comercial de São Paulo.
O Brasil tem uma arrecadação enorme, insaciável. Precisamos reduzir a carga tributária e discutir o tamanho e a função deste estado brasileiro infinto e impagável. Mesmo com recordes de arrecadação o déficit público continua crescendo. A folha de pagamento do funcionalismo público não pára de crescer em valores e número de servidores.
Fala-se de reforma tributária e existe uma proposta pelo governo federal. Porém ela não reduz a carga tributária. Também não está em discussão o pacto federativo e o tamanho gigantes do burocrático e clientelista estado brasileiro.
Dentro do Congresso Nacional são muito poucas as vozes que defender a redução dos impostos. Precisamos abrir esta discussão como pauta nacional, para ontem. Estamos muito atrasados e abandonados nesta luta.
Por falar em silêncio e omissão na Câmara dos Deputados, está parado por lá o projeto de lei de iniciativa popular que tira da política os candidatos ficha suja e que o Movimento Nacional de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) entregou nas mãos do presidente Michel Temer. Um documento apoiado por 1 milhão e 300 mil assinaturas e por 43 entidades organizadas.
Deixar na gaveta um projeto desta importância é uma vergonha nacional. Esta omissão protege os corruptos, os fora da lei que se escondem atrás de mandatos públicos.
Pior até do que esta omissão da Câmara é a constatação de que em 120 anos de República nunca houve uma punição a um deputado federal.
Hoje a lei os protege até na renúncia. Eles renunciam e garantem os direitos políticos. Na eleição seguinte se elegem e voltam à Câmara dos Deputados. Se isto ocorre no país, seja por abuso econômico não punido ou pelos bolsões de miséria que ainda temos no Brasil, precisamos de uma lei que mude este quadro. Político corrupto ou criminoso pode até renunciar sim, mas tem que perder os direitos políticos e tem que ser punido, como qualquer outro cidadão.
Não é possível continuarmos assim. Precisamos usar o nosso voto para elegermos representantes com coragem de defender o que é de interesse da maioria da população, como o seu e o meu, das nossas famílias e empresas, e não das corporações intermináveis que formam e sustentam o poder no Brasil.
Ano que vem é hora de voto e mudança. Precisamos pensar nisto.

sábado, 10 de outubro de 2009

E Lula desiste do IR sobre a poupança

A Folha de São Paulo traz hoje a notícia de o presidente Lula não vai mais mandar para o Congresso o projeto de lei que pretendia cobrar Imposto de Renda do lucro das poupanças acima de R$ 50 mil
Escrevi há alguns dias que essa cobrança era uma vergonha. O Brasil tem impostos demais e qualidade de serviços de menos para os brasileiros. Antes de cobrar mais impostos o governo precisa gastar menos e gerir melhor o dinheiro que arrecada.
Na prática, esta decisão do presidente era a única que poderia se esperar.
Não podemos continuar aumentando impostos no Brasil. Precisamos reduzir a carga tributária e os gastos públicos, em todos os níveis.
O que precisa aumentar é o gerenciamento dos recursos públicos, a fiscalização e a punição aos maus gestores.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Opinião: Brasil precisa reduzir impostos e gerir melhor o dinheiro público

Encaminhamos a nossa opinião sobre o excesso de impostos e o mau uso do dinheiro público no Brasil à coluna "Caixa Postal", de O Diário. Ele está publicada na página 2, da edição de hoje.
Precisamos todos falar muito a respeito desses dois problemas brasileiros: impostos demais e gastos demais, sem critério e sem foco objetivo.
Precisamos de uma carga tributária justa e do uso do dinheiro público a favor das verdadeiras necessidades dos brasileiros, como saúde, por exempro.
Nós podemos oferecer serviços de saúde com qualidade para a população. Basta corrigir falhar, fazer inovações simples e gerenciar de verdade o Sistema Único de Saúde, o SUS.
O SecoviMed, Serviço Social da Habitação, é uma prova do que estamos falando. Em 11 anos, 20 mil trabalhadores receberam 1 milhão e 300 mil atendimentos médicos, odontológicos e de exames, gratuitos, com hora marcada, em clínicas climatizadas e informatizadas, com cafezinho e TV na sala de espera.
Nós precisamos e podemos mudar o Brasil.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Impostos e gastos excessivos

A arrecadação de impostos no Brasil está em 36,04% do Produto Interno Bruto (PIB). Porém, pior do que toda essa voracidade fiscal, é a forma como o nosso dinheiro é gasto.
Começa pela centralização na União e depois se perde nos gastos. Contrações excessivas de pessoal, gastos sem o devido limite, de forma indiscriminada. Temos problemas gravíssimos na saúde, por má gestão dos recursos. Nossa educação não avança o suficiente para alavancar as mudanças que precisamos promover, nos próximos 10 a 20 anos.
O Brasil precisa reduzir os impostos e melhorar muito a gestão dos recursos públicos. Esse é o nosso grande desafio para os próximo anos.
Acompanhe por segundo quanto dinheiro é arrecadado no país, em impostos. Acesse o http://www.impostometro.org.br/.